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Escrito por: Rafael Rodrigues

Quando: 7 de fevereiro de 2018

Conheça os 4 principais erros na gestão de TI e como evitá-los

Que a área de gestão de TI é essencial para a maioria das organizações, muita gente já sabe. Porém, esse ainda é um setor crítico e propício a erros, que pode causar grandes prejuízos na infraestrutura tecnológica da corporação.

Afinal, para lidar com a Tecnologia da Informação é preciso ter conhecimentos práticos e teóricos, além de grande capacidade de renovação — devido à mutabilidade contínua do setor.

Por conta disso, você, analista ou gestor, deve estar atento às tendências desse ramo para evitar falhas grotescas, que podem afetar gravemente o funcionamento dos processos da empresa.

Pensando nisso, listamos, neste post, 4 erros para que você consiga identificá-los (e evitá-los!) sempre que possível. Acompanhe!

1. Não dar atenção aos feedbacks dos usuários

Dentro de uma companhia, existem diversos profissionais de diferentes níveis que, de algum modo, necessitam da TI para realizar o seu trabalho.

Existem muitos casos em que o rendimento de todos pode ser comprometido se a infraestrutura de TI não operar como deveria.

Sendo assim, é crucial que você considere as informações e críticas trazidas pelos usuários do sistema — afinal de contas, são esses os alvos das operações!

Já que são eles que vivenciam as soluções tecnológicas do negócio, você deve ouvir atentamente o feedback sobre o desempenho das operações.

Isso pode ser uma maneira de melhorar os serviços, além de resultar em produtividade para a própria empresa.

2. Não investir em políticas de segurança e de privacidade

Malwares e softwares maliciosos ficam mais fortes e complexos a cada dia. Diante disso, você precisa investir na elaboração de normas de segurança e privacidade para manter os ativos digitais da companhia bem controlados.

Essa prática resultará em um ambiente de trabalho mais efetivo e com baixa incidência de vulnerabilidade.

Nesse contexto, a organização pode até implantar uma gama de funcionalidades úteis, como as de criptografia, que bloqueiam o acesso não autorizado a informações sigilosas.

Já as soluções de controle permitem o rastreamento imediato de falhas de segurança, contas comprometidas e outros aspectos que possam prejudicar a instituição.

Uma outra dica é considerar implementar na empresa a Norma ISO 27000, que contém as melhores práticas reconhecidas pelo mercado para segurança da informação.

3. Não criar indicadores para projetos e equipes

Os indicadores, comumente chamados de KPIs, são essenciais para diversas áreas. Eles podem ser utilizados para o monitoramento da evolução de projetos, elaboração de processos e rastreamento de falhas/gargalos operacionais. Assim, você conhecerá a fundo as atividades e, ao mesmo tempo, adotará melhorias na gestão de TI.

Os indicadores de desempenho podem ser referentes a:

  • tempo médio de atendimento do suporte;
  • nível de ociosidade de recursos computacionais;
  • aderência a prazos de projetos.

Cada tipo de indicador utilizado deve ser encarado como um instrumento de gestão. Dessa forma, você conseguirá criar equipes de alto desempenho, bem como um processo mais produtivo e eficiente.

4. Não renovar equipamentos e soluções

Por ser um investimento de grande valor, geralmente as empresas deixam de adquirir novos softwares de gestão e equipamentos.

Seguindo um pensamento arcaico baseado na expressão “se está funcionando, é melhor não mexer”, alguns analistas rejeitam novas tendências e deixam de melhorar a infraestrutura tecnológica da organização.

Esse tipo de prática precisa ser evitada! Para isso, busque, continuamente, novidades que possam valorizar as atividades do negócio, a fim de permanecer competitivo no mercado.

E então, gostou das nossas dicas de gestão de TI? Aproveite e assine nossa newsletter para receber mais conteúdos relevantes como este diretamente na sua caixa de e-mail. Até a próxima!

Rafael Rodrigues

Consultor da ProMove desde 2013, Rafael é Black Belt Lean Six-Sigma, especialista em mapeamento e melhoria de processos, implementação de ferramentas, Métodos Ágeis e Segurança da Informação. Também é auditor interno e realiza treinamentos em ISO 27001. Participa de implementações e avaliações CMMI há mais de 9 anos, além de ser implementador do modelo MPS.BR.

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